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*08 PONTOS NA EDUCAÇÃO CONTINUADA DO CRC.
Abordar sobre alguns detalhes teóricos e práticos da elaboração das demonstrações contábeis.
Daniel Tavares
AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTO PELO MÉTODO DE EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL (MEP)
1. INTRODUÇÃO
2. INVESTIMENTOS SUJEITOS À AVALIAÇÃO PELA EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL
2.1 Conceito de sociedades coligadas, controladas e controladoras
2.1.1 Sociedades coligadas
2.1.2 Sociedades controladas e controladoras
2.2 Momento em que deve ser efetuada a equivalência patrimonial
3. CRITÉRIOS GERAIS DE CÁLCULO DA EQUIVALÊNCIA PATRIMONIAL
3.1 Ajuste do valor contábil do investimento - Registro contábil e tratamento fiscal
3.1.1 Lucros ou dividendos recebidos da coligada ou controlada
3.2 Desdobramento do custo de aquisição
3.2.1 Procedimentos básicos
3.2.2 Mais-valia ou menos-valia - Necessidade de laudo de perito
4. TRATAMENTO CONTÁBIL DA MAIS-VALIA E DO GOODWILL
4.1 Mais-valia
4.2 Goodwill
5. TRATAMENTO FISCAL DA MAIS-VALIA E DO GOODWILL
5.1 Não tributação da redução da mais-valia e do goodwill
5.1.1 Momento da tributação do eventual ganho
6. EXEMPLO
6.1 Aumento do patrimônio Líquido da investida proveniente de lucros - Tratamento na
investidora
6.2 Ocorrência de menos-valia - Tratamento contábil e fiscal
7. OUTRAS PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS - AVALIAÇÃO PELO MÉTODO DE CUSTO
8. COLIGADAS OU CONTROLADAS COM PATRIMÔNIO LÍQUIDO NEGATIVO
INVESTIMENTOS SOCIETÁRIOS (CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS BRASIL E EXTERIOR)
CPC 36 DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS
1. INTRODUÇÃO
2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONSOLIDADAS PELA CONTROLADORA
2.1. Apresentação de demonstrações contábeis consolidadas pelas sociedades limitadas
3. Abrangência das demonstrações contábeis consolidadas
3.1 Controle
3.2 Valores mobiliários conversíveis em ações com direito a voto
3.2.1 Avaliação dos potenciais direitos de voto
4. Procedimentos de consolidação
4.1 Saldos, transações, receitas e despesas intragrupo
4.2 Data da consolidação
4.3 Utilização de políticas contábeis uniformes
4.4 Tratamento a ser dispensado às despesas e receitas
4.5 Participação dos não controladores e dos proprietários
4.6 Mudanças na participação relativa da controladora sobre a controlada
5. Perda de controle
5.1 Procedimentos a serem adotados quando da perda do controle
5.2 Procedimento contábil
6. Divulgação
AVALIAÇÃO DE PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS NO EXTERIOR
1. INTRODUÇÃO
2. RECONHECIMENTO INICIAL
2.1 Mensuração subsequente
2.2 Exemplo nº 1
3. AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS SOCIETÁRIOS NO EXTERIOR
3.1 Conversão de demonstrações contábeis para moeda funcional da investidora
3.1.1 Exemplo nº 2
3.1.1.1 Primeiro passo: converter a DRE da investida
3.1.1.2 Segundo passo: converter o Balanço Patrimonial da investida
3.2 Reconhecimento da receita de equivalência patrimonial e dos ganhos (perdas)
na conversão no período pela investidora
3.3 Consolidação das demonstrações contábeis
3.4 Realização das variações cambiais de investimentos no exterior
3.4.1 Critério de mensuração segundo IAS 21 e Pronunciamento Técnico CPC 02 (R2)
3.4.1.1 Ano 20X2
3.4.1.2 Ano 20X3
ASPECTOS PRÁTICOS DA CONSOLIDAÇÃO DO BP E DA DRE
1. INTRODUÇÃO
2. OBRIGATORIEDADE
2.1 Exceções de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 36 (R3)
2.2 Extensão da consolidação às sociedades de grande porte
3. POR QUE FAZER A CONSOLIDAÇÃO?
4. DATA DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA FINS DE CONSOLIDAÇÃO
5. REQUISITOS CONTÁBEIS
5.1 Procedimentos de consolidação
5.2 Políticas contábeis uniformes
5.3 Mensuração
6. PARTICIPAÇÃO DE NÃO CONTROLADORES
6.1 Atribuição de lucros e prejuízos
6.2 Mudança na proporção detida por participações de não controladores
7. EXCLUSÕES DAS DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS
8. ASPECTOS PRÁTICOS DA CONSOLIDAÇÃO
8.1 Papéis de trabalho e situações propostas
8.2 Exemplo 1 - Operações entre companhias, sem lucros não realizados
8.3 Exemplo 2 - Operações entre companhias, com lucros não realizados integrais
8.4 Exemplo 3 - Operações entre companhias, com lucros não realizados parciais e tributos
diferidos
DEMAIS ASPECTOS DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
DEMONSTRAÇÕES COMBINADAS
INTRODUÇÃO
DEMONSTRAÇÕES COMBINADAS VERSUS DEMONSTRAÇÕES CONSOLIDADAS
OBJETIVO DAS DEMONSTRAÇÕES COMBINADAS
CONTROLE COMUM
FORMA E CONTEÚDO
- Abrangência
CIRCUNSTÂNCIAS EM QUE SÃO APRESENTADAS AS DEMONSTRAÇÕES COMBINADAS
INSTRUÇÕES PARA ELABORAÇÃO
DEMONSTRAÇÕES COMBINADAS QUANDO EXISTEM ENTIDADES COM CONTROLE
COMPARTILHADO
DEMONSTRAÇÕES COMBINADAS PROFORMA
Padronização e ajuste das demonstrações contábeis para efeito de análise
INTRODUÇÃO
PADRONIZAÇÃO
SIMPLIFICAÇÃO
Investimento: R$ 350,00
Metodologia: aulas com transmissão 100% ao vivo, apresentação de slides, total interação com a instrutor por meio de perguntas e respostas e subsídios trazidos pelos participantes sobre suas experiências profissionais atuais.
O aluno pode acessar o curso de qualquer lugar que tenha internet. Disponível também para mobile (IOS, Android).
Tira dúvidas: o aluno pode enviar dúvidas pertinentes ao tema ministrado, por email até 30 dias corridos após o aquisição.
Material didático e Certificado: serão enviados por e-mail.
Login e Senha de acesso: serão enviados por e-mail até um (1) posterior a aquisição.
O uso do login e da senha é individual e intransferível. É expressamente proibida a reprodução total e/ou parcial deste conteúdo. (Lei dos Direitos Autorais), nº. 9.610 de 19/02/98, art. 29.
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